A MARCA DA
PROMESSA ESTÁ EM VOCÊ!
“Veio ainda a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem, que provérbio é este que vós tendes na terra de Israel, dizendo: Prolongue-se o tempo, e não se cumpra a profecia?
Portanto, dize-lhes: Assim diz o SENHOR DEUS: Farei cessar este provérbio, e já não se servirão mais dele em Israel; mas dize-lhes: Os dias estão próximos e o cumprimento de toda a profecia.
Porque não haverá mais alguma visão vã, nem adivinhação lisonjeira, no meio da casa de Israel.
Porque eu, o SENHOR, falarei, e a palavra que eu falar se cumprirá; não será mais adiada; porque em vossos dias, ó casa rebelde, falarei uma palavra e a cumprirei, diz o SENHOR DEUS.” (Ezequiel 12:21-25)
Deus quando nos envia uma palavra, determina o tempo do cumprimento dela. E nenhuma palavra ele deixa cair por terra.
Mas quando a palavra demora para se cumprir nós entendemos que a profecia acerca de nós pereceu, que não se cumprirá mais.
E acabamos falando tanto isso que vira provérbio em nossa vida. E isto está errado. Devemos louvar a Deus e crer nas suas promessas. Deus ouve absolutamente tudo o que pensamos ou falamos. E ele sente quando estamos descontentes com ele.
E Deus afirma na palavra que não adiará nem uma palavra que ele proferiu. Que tudo será cumprido!
Deus faz mudar o provérbio em nossas vidas hoje. Qual é o provérbio que está na sua vida?
Quem sabe este provérbio é de tristeza, miséria, morte, depressão, desânimo.
Comece a olhar para Deus porque não foi para proferir este provérbio que ele te escolheu. O provérbio será de alegria, paz e abundância de vida. Deus muda sua vida e te faz reviver.
Não sei a quanto tempo você está esperando, mas sei que o nosso Deus é fiel para cumprir tudo o que tem falado sobre sua vida.
Mesmo quando somos rebeldes, ingratos ele é fiel e imutável. Mesmo apesar de tudo o que falamos que não o agrada ele é fiel em todas as suas promessas. E não vai deixar de cumprir o que tem falado a nosso respeito.
A palavra para sua vida hoje é: Porque eu, o SENHOR, falarei, e a palavra que eu falar se cumprirá; não será mais adiada; porque em vossos dias, ó casa rebelde, falarei uma palavra e a cumprirei, diz o Senhor DEUS.
" E perseveravam na doutrina
dos apóstolos e na comunhão,
no partir do pão e nas orações." (Atos
2:42)
Por que ir à igreja ?
Se você estiver espiritualmente vivo, você vai amar esta mensagem!
Se você estiver espiritualmente morto, pedimos que a leia cuidadosamente!
E se você está espiritualmente curioso, ainda existe grande esperança!
Um cristão frequentador de Igreja, escreveu para o editor de um jornal relatando que não faz sentido ir à Igreja. Veja:
“Eu tenho ido à Igreja por 30 anos, ele escreveu, e durante este tempo eu ouvi uns 3.000 sermões. Mas por minha vida, eu não consigo lembrar nenhum sequer deles... Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os Pastores estão desperdiçando o tempo deles pregando sermões!”
Esta carta iniciou uma grande controvérsia na coluna 'Cartas ao Editor', para prazer do Editor em Chefe do jornal, que por semanas foi recebendo e publicando cartas do assunto, até que alguém escreveu este argumento:
“Eu estou casado já há 30 anos. Durante este tempo minha mulher deve ter cozinhado umas 32.000 refeições. Mas, por minha vida, eu não consigo me lembrar do cardápio de nenhuma destas 32.000 refeições. Mas de uma coisa eu sei ... Todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho.
Se minha mulher não tivesse me dado estas refeições, eu estaria hoje fisicamente morto. Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à Igreja para alimentar minha fome espiritual, eu estaria hoje morto espiritualmente.”
Quando a gente está resumido a NADA... DEUS está POR CIMA DE TUDO!
Fé é ver o invisível, crer no incrível e receber o impossível!
Graças a Deus por nossa nutrição física e espiritual!
Pois bem, agora que você terminou de ler esta mensagem, mande-a para frente, e não deixe de ir à igreja!!!
- Quando o desânimo bater na sua porta, simplesmente diga:
“JESUS, POR FAVOR ATENDA PARA MIM!”
Colaborou: Amanda Morais
Por Rubem Amorese
e-mail de JP Oliveira - meu amigo
Ciúme
é querer manter o que se tem; cobiça é querer o que não se
tem;
inveja
é querer que o outro não tenha (Zuenir
Ventura)
Diferentemente
da ira ou da gula, a inveja é uma condição
emocional
sorrateira.
Ela queima como fogo de palha, por baixo, sem
fumaça.
A
ira produz erupções violentas; a gula compromete nosso manequim;
a
preguiça
faz nosso chefe reclamar; a luxúria nos afasta até da família mais
liberal;
mas
a inveja dificilmente aparece, pois o comportamento de um invejoso
não difere
muito
de um crítico, de um ressentido, de um coração
magoado.
Nenhuma
dessas condições é, propriamente, inveja. Mas esta
pode
estar
“orquestrando” a todas aquelas, por trás. Ela pode até
mesmo produzir elogios e
dar
presentes. Este foi o caso de Saul, em relação a Davi. O rei
entregou ao rapaz um
comando
em seu exército e lhe ofereceu a mão de sua filha em casamento
— na
esperança
de fazê-lo “ir a óbito” (1 Sm
18:5-29).
Como
não sabe criar, o diabo distorce. Então, para produzir a inveja
ele
corrompeu
a admiração, transformando-a no segundo pecado mais daninho que o
ser
humano
já provou. Admirar é a capacidade de se deixar impactar pelo
excepcional,
pelo
espantoso, de uma forma generosa, abnegada e
contente.
Diz-se
que a inveja só perde para o orgulho, em poder de destruição, em
poder
de
potencializar o que há de pior no ser humano. A inveja é o maestro
de nossos
outros
pecados. E corta para os dois lados: o do invejado e o do invejoso.
A inveja é
potencialmente
homicida e suicida, ao mesmo tempo. Esse potencial
raramente
atinge
seu clímax, revelando-se apenas como sentimento mesquinho, do tipo
“se não
posso
ir a esse churrasco, que chova”.
Esse
pecado advém de uma necessidade de nos compararmos com os outros.
E
ao
encontrarmos neles motivos de admiração, sofremos, em vez de,
simplesmente,
nos
alegrarmos. E aí está a obra do diabo: o invejoso sempre se compara
e sofre com
o
bem dos outros que, para ele, é sempre maior e melhor (um problema
de auto-
estima).
A grama do quintal do vizinho é sempre mais
verde.
Assim,
tudo começa com algo vindo de Deus: a capacidade de admirar e de
se
admirar.
E nunca admiramos o trivial ou mesmo algo bom que tenhamos ou
sejamos.
Normalmente,
só o narcisista admira algo que ele próprio tem ou é.
Admira-
nos
aquilo que não encontramos em nós mesmos, como capacidades
artísticas, dons,
beleza,
inteligência, posses etc. Em especial, quando alguém nos
“vence” em algum
ponto
em que nos consideramos fortes.
É
aí que o inimigo semeia a inveja, fazendo com que essa admiração
se
transforme
de alegria em sofrimento, sem muita consciência da razão. Passo
seguinte,
inconscientemente
desejamos “vencer” essa competição. Mas o inimigo não
nos dá
força
para tal. Sugere-nos, ao contrário, o expediente de Caim. Ou o de
Saul; com a
língua
desempenhando o papel da lança. Ou, se precisarmos de ajuda, que
fundemos
a
fraternidade dos “irmãos de
José”.
Sentir
inveja é pecado. Mas tornar-se invejoso é mais grave ainda. Vemos
em
Pv
14:30 que ela nos faz adoecer: “a inveja é a podridão dos
ossos”. E isso acontece
quando
esse pecado se instala em nossa alma. De alguma forma perversa,
essa
atitude
“nos ajuda a viver”, criando em nosso coração
mecanismos de auto-
justificação.
E o invejoso passa a achar que “o que fizeram com ele
justifica sua
reação”.
Afinal, todos lhe estão devendo.
Aninhada
na placenta do nosso coração, ela agora se multiplica em
ninhada.
Surgem,
por exemplo, o ódio, a ira, o homicídio e uma infinidade de
pequenas
transgressões
(cometidas pelo invejoso covarde), com um só objetivo: humilhar
ou
destruir
o invejado. Vêm, então, a difamação, a calúnia, o desmerecimento, a
crítica
destrutiva,
a palavra amarga e uma indisfarçável alegria com o infortúnio do
outro.
Do
“inimigo”.
Resultado,
esse pecado nos lança num mundo de trevas. Já não nos
alegramos
com
o que temos ou somos (a não ser que ninguém mais tenha ou seja
— mas aí já
não
tem graça); já não somos gratos a Deus pelo que nos deu (como pôde
o Senhor
abençoar
aquela criatura!?); já não somos edificantes, e sim
desconstrutores.
Passamos
boa parte da vida a nos comparar com os outros. E nossa baixa
auto-estima
nos
faz “admirar” as coisas boas que encontramos neles
— e isso nos consome! Está
ficando
pesado? Uma paradinha.
Dois
amigos passeavam na calçada quando um deles chutou uma espécie
de
lata
velha. Era uma lâmpada de gênio, que, tendo sido acordado, apareceu
e disse:
estive
preso nessa lâmpada por muitos séculos e estou muito cansado.
Portanto, vocês
têm
direito a apenas um pedido. Façam logo, pois não tenho tempo a
perder. Um dos
amigos,
animado, pediu para ficar rico, e foi logo atendido pelo gênio. O
segundo
amigo
viu aquilo tudo e pediu: quero que meu amigo volte ao que ele era
antes.
Outra
versão, mais dramática, diz que o gênio impôs uma condição para
o
pedido
único: tudo o que um deles pedisse seria dado também e em dobro
para o
outro.
Aí, o amigo invejoso se adiantou e pediu: quero que você me tire um
olho.
Aí
está a sabedoria popular a nos ensinar que o invejoso não
consegue
construir.
Bastaria aproveitar a chance única e ser muito feliz. Mas a
felicidade do
companheiro
torna-se um problema. E ele prefere destruir. Nem que precise
sofrer.
Mas
nem tudo está perdido. Deus colocou recursos espirituais à
nossa
disposição
para vencermos a inveja. Eis alguns, encontrados na literatura
como
virtudes
antagônicas a esse pecado: amor, gratidão, compaixão, misericórdia
e
lamento.
Examinando
cada uma delas, faço minha opção pelo amor diligente.
Aquele
amor
dinâmico, capaz de me transformar, pela busca do poder do Espírito
de Deus.
Ouça
Jesus: “...eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e
orai pelos que vos
perseguem”.
Ouça Paulo: “abençoai os que vos perseguem, abençoai e
não
amaldiçoeis”.
Ainda Paulo: “...pelo contrário, se o teu inimigo tiver fome,
dá-lhe de
comer;
se tiver sede, dá-lhe de beber...”
Se
eu examinar meu próprio coração(*) e me descobrir invejoso e, por
isso
mesmo,
agredido, humilhado e perseguido por gente que, de “tão
boa”, se tornou
meu
algoz — e quiser mudar—, buscarei o Senhor em meu
quarto e lhe pedirei que
me
ajude a abençoar, a falar bem “pelas costas”, a elogiar
esse “inimigo”. E pedirei
mais:
que Deus me dê oportunidades e meios (emocionais) de lhe
“lavar os pés”.
Sabemos
que, na medida da resposta de Deus, a minha redenção se manifestará
na
forma
de serviços a esse “inimigo”. Serviços que remodelarão
meu coração egoísta
em
abnegado e generoso, capaz de, solidariamente, alegrar-se com os
que se alegram
e
chorar com os que choram. Serviços como aqueles com que meu Mestre
serviu. E
nessa
atitude, “teu Pai, que vê em secreto, te recompensará”
(Mt 6: 4, 6 e 18).
Assim,
mais uma vez, da cruz de Cristo e também da minha; da
humilhação,
agora
voluntária, há de vir a vitória.
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(*)
O Ministério da Saúde Espiritual adverte: este texto não deve ser
utilizado em
diagnósticos
de terceiros. Serve apenas para introspecção. Não desaparecendo
os
sintomas,
procure a Palavra de Deus.
Post: Pr
Taddei